Arquivo da categoria: Ensaios

Ensaios do autor

A cartografia mítica de Yoknapatawpha

A cartografia mítica de Yoknapatawpha

Ensaio publicado nos Cadernos do CNLF (CiFEFil), v. X, em 2006.

Resumo: Na pequena cidade de Jefferson, ao sul dos Estados Unidos, William Faulkner descobre o núcleo vital de seus assuntos literários. A partir da criação do “Yoknapatawpha County”, o autor se torna responsável por uma das mais importantes obras artísticas do século XX. Buscando as raízes profundas da formação da sociedade sulista Continuar lendo

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Sócrates ou o pai: o efeito parodístico em “Teoria do medalhão”

Sócrates ou pai_o efeito parodístico em Teoria do Medalhão

Ensaio publicado nos Anais do X Congresso Internacional Abralic: lugares dos discursos, em 2006.

Resumo: Dentre os inúmeros gêneros narrativos que Machado de Assis domina como escritor, o conto filosófico é um dos que mais atestam seu tributo como “desleitor” da tradição filosófica. Em “Teoria do medalhão”, conto que pertence ao volume Papéis avulsos, uma teoria da opinião comum Continuar lendo

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O pacto nas Veredas-Mortas: realidade poética e esforço de interpretação

O pacto nas Veredas-Mortas: realidade poética e esforço de interpretação

Ensaio publicado na revista Graphos, João Pessoa, edição especial, 2006.

Resumo: No universo plurissignificativo de Grande Sertão: Veredas, a força que move o pactário não é apenas a de um sujeito que, em nível semântico, procura a obtenção de um conhecimento ou a superação do humano. Riobaldo, questionando sobre a existência de Deus e do Diabo, faz dessa dúvida Continuar lendo

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Olhar estrangeiro, olhar do descobrimento: a questão do outro em “Um moço muito branco”

Olhar estrangeiro, olhar do descobrimento: a questão do outro em “Um moço muito branco”

Emsaio publicado em Vínculos, periódico do Departamento de Comunicação e Letras, da Universidade Estadual de Montes Claros – UNIMONTES, v. 9, em 2009.

RESUMO: A imagem do estrangeiro possui papel fundamental na obra de João Guimarães Rosa, questão que pode ser problematizada na seguinte pergunta: de que modo o outro serve de mediador entre linguagens? Em “Um moço branco”, conto que integra o volume Primeiras estórias, a comarca de Serro Frio é abalada pelo surgimento de um rapaz Continuar lendo

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Natureza e artifício: a voz peregrina em “O recado do morro”

Ensaio premiado com o 3º lugar no 2º Concurso de Ensaios Otto Lara Resende, patrocinado pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), em 2007. Natureza e artifício: a voz peregrina em “O recado do morro”

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Viagem à roda de Machado

Viagem à roda de Machado

Ensaio publicado na revista Crioula, em 2010. Foi vencedor no Concurso Machado de Assis (1908-2008), patrocinado pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

RESUMO: No conto “Viagem à roda de mim mesmo”, Machado de Assis dialoga não só com autores que trataram da caracterização de um novo tipo de viajante, o flâneur sentimental, mas estabelece um contraponto em sua releitura do termo der Doppelgänger. Assim, a hipótese deste ensaio é mostrar como a “viagem” se apresenta como desmitificação da corrente literária do fantástico e inscrição do próprio duplo ficcional.

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Ñe’eng: a voz sertânica do jaguar

Ñe’eng_a voz sertânica do jaguar

Ensaio publicado na revista Crioula (USP), em 2008.

RESUMO: Em “Meu tio o Iauaretê”, conto incluído no volume Estas estórias,
de Guimarães Rosa, o homem-jaguar se constrói na confluência de inúmeros
extratos linguísticos que buscam, fracassadamente, traçar a essência de uma
identidade nacional. A fala-rugido, à medida que proseia com o visitante no
espaço sertânico, delineia também sua dissolução. Num lapso autofágico, a
fala devora a si própria. No entanto, o juaguanhenhém não traça unicamente o
dizível como um encontro com a noite e a morte, mas anuncia, na “selva” do
lógos, a descoberta de uma nomeação infante.

PALAVRAS-CHAVE: Guimarães Rosa, conto, semiótica, identidade nacional

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